Sobre este exemplo
Este exemplo é um acordo de confidencialidade unilateral que uma startup fintech pede a um estúdio de desenvolvimento para assinar antes de começar a construir um módulo de pagamentos. Para além da definição habitual de informação confidencial, está escrito para trabalho de software: lista os sistemas a que o prestador vai aceder e quando o acesso é retirado, e trata o código-fonte como segredo comercial que se mantém protegido enquanto o for.
Os acordos de confidencialidade com prestadores falham na prática, não no papel, por isso este fixa regras de trabalho. O prestador nunca vê dados reais de clientes, trabalha só em contas da Empresa com autenticação multifator e não pode colar código em ferramentas de IA que guardem ou treinem com o que recebem. Só os membros da equipa identificados têm acesso, os incidentes são comunicados em 24 horas e uma saída em quatro passos termina com cópias apagadas e um certificado assinado.
A quem se destina
Empresas de software, startups e equipas de produto que contratam programadores freelancers ou agências e lhes dão acesso ao código.